Snake & Snail

CRÓNICA 44

Antropocêntrico? Há dias fiz um daqueles questionários/testes sobre orientação política. Achei curioso que, além das categorias habituais (economia, peso do estado, “costumes”) aparecesse também uma relacionada com maior ou menor antropocentrismo – sobre questões ambientais em geral, é certo, mas... | >>>>>

CRÓNICA 43

AOS MEUS QUERIDOS CROMOS ARMARIADOS E SELF-HATING Há o caso clássico do gay armariado que quer manter as aparências perante as velhas tias católicas e subscreve imaginários aristocráticos e monárquicos, junto com o voto, quando não a militância, na direita... | >>>>>

CRÓNICA 42

A MARGEM NO CENTRO Muitas vezes são as “margens” que iluminam o “centro”*. As questões de género e sexualidade são vistas pelo senso comum político como específicas e secundárias. Mas não são. São mesmo centrais, pelo que mobilizam, no pensamento... | >>>>>

CRÓNICA 41

THAT STRANGE 1940s FEELING Tive de sair do ginásio sem tomar banho nem mudar de roupa. A conversa entre 3 fulanos trintões era insuportável. Sobre refugiados. De primeiro-ministro húngaro para baixo. Assustadoramente de forma não entusiasmada. Como se tudo fosse... | >>>>>

CRÓNICA, 40

DE ELITISTA A DEMOCRÁTICA E A COMERCIAL Dei hoje a última aula à “turma da noite”. A universidade decidiu acabar com o turno noturno por não ser rentável. Há quase 30 anos comecei a lecionar no ISCTE. A rotina da... | >>>>>

CRÓNICA 39

UMA BOA NÓVOA Nunca aderi – estética e afetivamente – à cena “republicana” e “professoral-universitária”. E perdi os laços – de novo, estéticos e afetivos – com as referências da revolução (apesar de reconhecer a qualidade, por exemplo Zeca Afonso... | >>>>>

CRÓNICA 38

Esquece o Kipling. Conselhos dum pai ou duma mãe a uma filha ou um filho. Assim que puderes sai de casa. Experimenta viver com amigos e depois na tua própria casa. Só tua mesmo. Pode acontecer diferente, claro, mas percebes... | >>>>>

CRÓNICA 37

Provavelmente a crónica mais triste que já escrevi Receio que quando, daqui a uns anos, olharmos para trás, verifiquemos que Portugal foi o único país onde a “crise” não levou à revolta ou reconstrução do sistema político-partidário. A percentagem de... | >>>>>

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